Por muito tempo esse foi um assunto que foi alvo de várias conversas entre moinhoeu e meus amigos. O que fazer com os presos? Devido as leis e a falta de interesse do governo os nossos presidiários são largados em celas sem fazer nada o dia todo e geram um custo enorme pro governo e pro bolso dos contribuintes.
De torturas a regimes nada humanos, eis que um deles surgiu com a idéia de fazê-los gerar energia. Gerar energia? Sim, gerar energia.
As usinas hidroelétricas usam alternadores para gerarem energia elétrica a partir da energia mecânica do movimento das águas, assim como faz o alternador do seu carro, que carrega a bateria a partir do movimento do motor.
Assim sendo, por que não instalar alternadores grandes nos presídios e fazer com que os presos façam a vez das águas? Eles podem girar de várias maneiras, de “bicicletas” as famosas rodas de moinho que se via em filmes antigos. Com a maioria dos presídios atualmente em cidades do interior (no estado de São Paulo) e com a quantidade de pessoas dentro deles, alguns poderiam fazer algumas cidades funcionar somente com a energia gerada pelo próprio presidio. Isso não aumentaria as emissões de CO2, pois não estaria queimando nenhum tipo de combustível fóssil, daria alguma atividade pros internos e provavelmente diminuiria a quantidade de motins, afinal como muitos sabem a pratica de exercícios libera endorfina no organismo, o que nos traz sensação de bem estar e relaxamento, além de ser uma energia extremamente renovável, já que no nosso país o que não falta é criminoso.
Pensem no que isso economizaria de dinheiro pros cofres públicos. Com menos motins não ha tanto gasto com reformas, reposição de móveis e colchões, a cadeia por si só se alimentaria de eletricidade (outra economia enorme) e o excesso poderia ser repassado para a cidade mais próxima o que também traria uma redução considerável.
Essa é uma idéia a ser considerada pelas nossas autoridades para trabalhar em conjunto com as “cadeias fazenda” onde eles também tem trabalho a ser feito em seu cumprimento de pena, afinal assim eles estariam pagando de alguma forma os problemas causados na sociedade e não sendo apenas mais um estorvo.

Em tempo, também sou a favor da utilização da mão de obra carcerária para reparar e ampliar a malha ferroviária e rodoviária.